31/12/2016

Dois Mil e Dezasseis


Que caraças de ano! Se fazia ideia que ia ter um ano assim? É que não mesmo! Não consigo resumi-lo a uma palavra, mas houve uma que esteve bastante presente. 
Palavra essa que antes me dava "alergias"... Espontaneidade

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A muito custo consegui finalmente ver as coisas "a cores". Aprendi a atirar confetis (invisíveis) sobre mim, e a festejar todas as pequenas vitórias com a mesma importância como se fosse algo maior. Aprendi ser mais positiva independentemente se o dia fosse ruim ou não. E parecendo que não, isso faz uma diferença enorme na nossa vida. Aprende-se a desfrutar de tudo, de tudo mesmo.


Em 2016 “fui obrigada” a sair da minha zona de conforto. Na verdade obriguei-me a sair e foi das melhores decisões que já fiz. O gigante passo foi ir sozinha à capital pela primeira vez. A ansiedade era muita ao estar no meio da multidão sozinha... Depois apanhar o metro, e dar com o local a que me destinava… Lugar esse que se tratava do Bloggers Camp, e onde conheci pessoas fantásticas. ^^

Aquela ida sozinha a Lisboa mexeu comigo. Não fazia ideia que de uma decisão espontânea viria a regressar a casa uma pessoa completamente diferente. Tudo mudou a partir daquele fim-de-semana em Junho. Foi um abre-olhos que mudou a minha forma de ver a vida. Afinal, consigo desenrascar-me SOZINHA. Seja para o que for. 

As coisas começaram a correr melhor para mim a partir desse momento. E pouco depois, o sorriso novo estaria aí - aparelho fora! Ainda assim, tive momentos (até ao final) onde tive de ser de ferro. Mas se me parti ao meio? Nepia. Já sei como evitar, mas fiquei feliz ao saber que tenho as minhas pessoas por perto caso isso acontecesse. 


Outra vez atacada pela espontaneidade, saio de manhã e regresso ao almoço com um penso nas costelas. Não, não parti nada - mas tinha acabado de fazer a minha primeira tatuagem. Uma loucura que me soube bem, muito bem.

Vivi pequenas e grandes aventuras ao longo do ano. Re-visitei lugares ao qual ganhei um novo carinho, e explorei lugares novos. A minha lista de lugares preferidos cresceu, e adicionei-lhe lugares que não esperava um dia dizer para ir lá outra vez... Em Setembro regresso a Lisboa com uma amiga para visitar-mos os peixinhos, e foi um dos melhores dias do meu ano. Ri tanto mas tanto!



Sinto-me muito grata por ter quem tenho na minha vida. E este ano mostrou-me, quem na verdade está lá para mim. A família e os amigos, independentemente do que possa surgir, fazem questão de me relembrar que tudo passa e que há sempre um dia melhor que o outro.

E por falar em amigos, recuperei amizades de uma vida e fiz outras novas. Arrancaram-me gargalhadas quando só queria chorar (estando comigo ou do outro lado do monitor), ri que nem uma perdida no meio de laranjeiras, ou até quase rebolar na areia. Ri no meio da rua, no trabalho, no café enquanto tomava o pequeno-almoço, ou até em bares (onde o riso chegou a ultrapassar o volume da musica ambiente). Ri praticamente em todo o lado. Mas o meu maior ataque de riso (até à data) foi sem dúvida no Alfa Pendular… Epá, se este não foi o ano que mais ri, há aqui algum engano. 



Demonstrar mais o que sinto pelas minhas pessoas não tem sido tarefa fácil. Se há coisa que me chamaram à atenção foi que não devemos deixar nada por dizer, e se for algo bom - ainda mais importante! (Porque amanhã ou depois essas pessoas podem não estar cá, ou até mesmo nós.) E isso comigo é um sarilho. Por exemplo, quando só me apetece abraçar alguém é quando o mais baixo mantenho os braços… Nisto sou muito ‘coninhas. As pessoas não mordem Alice.

2016 foi um ano de música. Descobri mais musica que em 2015, ouvi até enjoar a vizinhança, e algumas delas marcaram o meu ano. A música, mais uma vez, recompôs a minha pessoa. E mesmo tendo uma voz impecável para estalar os vidros, aprendi a gostar de cantar no carro, umas vezes sozinha - outras em dueto. Tive dias onde também bati o pé no trabalho, mas o melhor foi – como presente meu para outra pessoa, vermos uma dessas descobertas ao vivo em Lisboa no final de Novembro.


Dois mil e Dezasseis pôs todos os outros anos a um canto. Achava eu que não tinha vivido nada, mas terminando este resumo, afinal foi emocionante do princípio até ao fim. De facto 2016 marcou-me, não só na pele, mas cá dentro também.

E agradeço a toda a gente que fez parte dele. 
Incluíndo vocês que o acompanharam por aqui 
deixando sempre o vosso carinho.

FELIZ ANO NOVO,

Vemo-nos em 2017, ok? Até já!

3 comentários:

  1. É incrível coko num final de um ano nos apercebemos das coisas que de facto fizemos. Foi mesmo um ano em cheio!
    Espero poder acompanhar as aventuras que 2017 te trará e espero que sejas muito feliz. Beijo enorme 😙

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  2. Um feliz 2017 recheado de surpresas boas! Beijinhos *

    http://celestepacheeco.blogspot.pt/

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